“Existe no homem um vazio do tamanho de Deus.”
Dostoiévski
“Existe no homem um vazio do tamanho de Deus.”
Dostoiévski
“Penso até que a melhor definição do homem seja: um bípede ingrato. Mas isto ainda não é tudo, ainda não é o seu maior defeito; o seu maior defeito é a sua permanente imoralidade.”
Dostoiévski
“É melhor ser infeliz, porém estar inteirado disso, do que ser feliz e viver sendo feito de idiota.”
Dostoiévski
“Não sei se Deus criou o Homem ou o homem criou à Deus”
Dostoiévski
“Se Deus não existe, tudo é possível”
Dostoiévski
“Eu penso que se o Diabo não existe e foi simplesmente criado pelo homem, este fez à sua imagem e semelhança.”
Dostoiévski
“Eu, por exemplo, triunfo sobre todos; todos, naturalmente, ficam reduzidos a nada e são forçados a reconhecer voluntariamente as minhas qualidades, e eu perdoo a todos.”
Dostoiévski
“...tudo compreender, tudo ver e vê-lo muitas vezes, de modo incomparavelmente mais nítido do que o fazem todas as nossas inteligências mais positivas; não se conformar com nada e com ninguém, mas ao mesmo tempo, não desdenhar de nada... Memórias do Subsolo da Editora 34”
Dostoiévski
“Soube tocar o coração do seu amigo até atingir as cordas mais profundas e suscitar nele a primeira sensação, ainda indefinida, daquela melancolia eterna e sagrada que uma alma escolhida, uma vez tendo-a experimentado e conhecido, nunca mais trocaria por uma satisfação barata.”
Dostoiévski
“A fé e as demonstrações matemáticas são duas coisas inconciliáveis.”
Dostoiévski
“Acontece que a mágoa verdadeira e indiscutível é às vezes capaz de tornar grave e resistente até um homem fenomenalmente fútil.”
Dostoiévski
“E não me assustem com o vosso bem estar, com vossas riquezas, com a raridade da fome e a rapidez das vias de comunicação! Há riquezas porém menos força; não resta mais uma ideia agregadora; tudo amoleceu, tudo mofou e vai mofar! Todos nós mofaremos.”
Dostoiévski
“Durante toda a vida, eu não podia sequer conceber em meu íntimo outro amor, e cheguei a tal ponto que, agora, chego a pensar por vezes que o amor consiste justamente no direito que o objeto amado voluntariamente nos concede de exercer tirania sobre ele.”
Dostoiévski
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