“Eu sonho acordada, mesmo, como uma mocinha de quinze anos. É o que se chama de sonho estéril. Imagino situações, imagino conversas e cenas - pareço nunca ter tido nenhuma experiência.”
Clarice Lispector
“Eu sonho acordada, mesmo, como uma mocinha de quinze anos. É o que se chama de sonho estéril. Imagino situações, imagino conversas e cenas - pareço nunca ter tido nenhuma experiência.”
Clarice Lispector
“E não caminharei de pensamento a pensamento, mas de atitude a atitude.”
Clarice Lispector
“Não estou à altura de ficar no paraíso porque o paraíso não tem gosto humano.”
Clarice Lispector
“Eu também queria escrever, e seriam duas ou três linhas, sobre quando uma dor física passa. De como o corpo agradecido, ainda arfando, vê a que ponto a alma é também corpo.”
Clarice Lispector
“Coragem e covardia são um jogo que se joga a cada instante. Assusta a visão talvez irremediável e que talvez seja a da liberdade.”
Clarice Lispector
“Quando eu morrer sentirei saudade de mim.”
Clarice Lispector
“Sou vulnerável às menores bobagens, às mínimas palavras ditas, a olhares até, e sobretudo, a imaginações.”
Clarice Lispector
“Levantei-me. O tiro de misericórdia. Porque estou cansada de me defender. Sou inocente. Até ingênua porque me entrego sem garantias.”
Clarice Lispector
“E a doçura é tanta que faz insuportável cócega na alma. Viver é mágico e inteiramente inexplicável.”
Clarice Lispector
“Não tenho nenhuma saudade de mim - o que já fui não mais me interessa.”
Clarice Lispector
“Escrever sem estilo é o máximo que, quem escreve, chega a desejar.”
Clarice Lispector
“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.”
Clarice Lispector
“Tão carente que só o amor de todo o universo por mim poderia me consolar e me cumular,”
Clarice Lispector
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